Senado

Marcelo Castro defende estratégia do MDB para 2022

"Quanto menor o número de partidos, maior chance nós temos de fazer um número maior de deputados estaduais e deputados federais", disse o senador, que preside o MDB no Piauí

Marcelo Castro é presidente estadual do MDB

Marcelo Castro é presidente estadual do MDB

O presidente do diretório estadual do MDB no Piauí, senador Marcelo Castro, comentou, em entrevista à TV Cidadeverde nesta segunda-feira (22), sobre as modificações na legislação eleitoral que entrarão em vigor nas eleições de 2022, que impedem a formação das coligações proporcionais. 

Questionado sobre o assunto, o senador afirmou ser natural a preocupação de membros partidários, com a formação das composições para o próximo pleito, que não mais permitirá às coligações entre legendas.

“Nós tínhamos uma regra já utilizada há décadas, que era a regra das coligações proporcionais. Tivemos a primeira experiência agora, para as eleições de vereadores e vamos ter a primeira para deputados agora em 2022, então é natural que todos aqueles que disputaram sob uma regra, e que agora vão disputar sobre outra regra, é claro que essa mudança drástica das regras, traz para todos os candidatos uma preocupação com a legenda dos seus partidos”, disse o parlamentar.

Para o senador, a concentração de uma maior quantidade de candidatos entre poucos partidos deve ser o caminho a ser seguido pela base governista, dando assim maiores chances de eleger mais deputados com a mesma quantidade de votos.

“Seria mais eficiente que nós nos distribuíssemos pelo menor número de partidos possível. Mas nada de forçar e trazer ninguém a pulso, mas espontaneamente, com argumento, com convencimento, mostrando que se nós nos concentrarmos em um número menor de partidos, nós teremos mais chances com a mesma quantidade de votos, de eleger um número maior de deputados estaduais e de deputados federais, que interessa a todo o grupo que faz parte da base do governo. É isso que nós vamos precisar fazer. Tudo vai ser na base do convencimento, mostrando que um número menor de partidos é mais eficiente do que uma estratégia com um número maior de partidos. Isso é matemático”, defendeu o senador. 

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