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Produtores do Cerrado piauiense investem em pesquisas para diminuir custos

Professores ensinam o uso de tecnologias para garantir mais produtividade com menos adubação química

Aprosoja-PI ensina o uso de tecnologias para diminuir a adubação química nos cerrados piauienses

Aprosoja-PI ensina o uso de tecnologias para diminuir a adubação química nos cerrados piauienses Foto: Aprosoja - Piauí

O solo do Cerrado do Piauí é alvo de estudos para redução de adubação química. O emprego de tecnologias e estudo para garantir mais produtividade com menor uso da adubação química é um dos objetivos do estudo que está sendo realizados pela Universidade Federal de Rondonópolis.

"Os professores vieram para fazer um estudo de caso sobre as diferentes texturas de solo do Cerrado do Piauí", explica o presidente da Associação dos Produtores de Soja do Piauí (Aprosoja-PI), Alzir Neto.


Segundo o produtor, a integração lavoura pecuária também é um dos objetivos do projeto que reuniu na última semana vários produtores e técnicos para uma discussão a respeito do tema, na cidade de Baixa Grande do Ribeiro, sul do Piauí.

"Diferentes sistemas que podem trazer de benefícios para o solo, impactando em maior produtividade e menor custo para o produtor", acrescenta,Alzir Neto.

A frente da pesquisa o professor Edicarlos Damacena de Souza e uma mulher, a professora Tangriani Simioni. Edicarlos é professor na Universidade Federal de Rondonópolis e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Sistemas Integrados de produção Agropecuária e Tangriani que é mestre em Ciências do Solo pela Universidade Federal do Paraná, com larga experiência na área de Agronomia, com ênfase em Integração Lavoura Pecuária, atuando principalmente nos seguintes temas: plantio direto, fertilidade do solo, integração lavoura pecuária, pastagens e forrageiras e nutrição mineral de plantas.

Fonte: Aprosoja - Piauí

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