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Ministro Alexandre de Moraes mantém Valdemar Costa Neto em prisão em preventiva

Valdemar Costa Neto foi preso em flagrante pela PF por posse ilegal de arma de fogo

Valdemar Costa Neto e Jair Bolsonaro

Valdemar Costa Neto e Jair Bolsonaro Foto: Foto: Reprodução/Youtube

O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, e os outros três assessores diretos de Jair Bolsonaro (PL) permaneceram presos, após audiências de custódia realizadas na sexta-feira (9). Os quatro foram alvos da Operação Fatus Veritatis, da Polícia Federal, que teve o ex-presidente e militares de alta patente na mira, por suposto envolvimento nos atos golpistas.


Valdemar Costa Neto foi detido nesta quinta-feira (8). Ele era alvo de buscas e apreensão da PF, mas acabou preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. A arma seria de um parente e estaria guardada, sem uso.


A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi de converter a prisão de Valdemar Costa Neto em prisão preventiva (sem prazo).


A defesa do político alegou que falta "fato relevante" para a prisão e que a localização de uma pepita de ouro, que teria sido extraída em um garimpo ilegal, não configura delito.


Os demais presos também tiveram as ordens mantidas pelo juiz-auxiliar que realizou as audiências. Filipe Martins Pereira, assessor de Bolsonaro e um dos alvos centrais para a PF, e os militares coronel Marcelo Costa Câmara e major Rafael Martins de Oliveira.


Foram decretadas quatro prisões na Tempus Veritates. Além de Filipe Martins e dos militares Marcelo Câmara e Rafael Martins, foi ordenada a prisão do coronel Bernardo Corrêa Neto, que está nos Estados Unidos em curso e se entregou nesta sexta-feira (9) e ainda deve retornar a Brasil.

Fonte: SBT News

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