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Teresina é a capital do Nordeste com maior investimento público por habitante

Quando comparada com as demais capitais do país, Teresina fica na 4ª colocação em investimentos público para a população, perdendo apenas para Boa Vista, Florianópolis e Manaus,

Teresina é a capital do Nordeste com maior investimento público por habitante

Teresina é a capital do Nordeste com maior investimento público por habitante

Conforme novo levantamento divulgado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), em nova edição do Anuário Multi Cidades, colocou Teresina com a capital que mais realizou investimentos públicos por habitante entre os estados do Nordeste, com a média de R$ 392 por cidadão, em 2019. O número é mais que o dobro da média na região, que foi de R$ 170. A nível nacional Teresina figura como a quarta capital que mais investiu em obras e equipamentos para sua população, ficando atrás apenas de Boa Vista, Florianópolis e Manaus.

O prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), que ocupa a vice-presidência da FNP, comemorou o destaque da capital. “A Prefeitura de Teresina realiza agora a maior onda de investimentos de toda a sua história. Apesar de não estarmos entre as capitais mais ricas, nós temos um nível de investimento, per capita, que é o quarto do Brasil. É muito gratificante ver que todo nosso esforço tem destaque nacional”, pontuou.

Segundo o gestor, com o volume de recursos aplicados nesta gestão, será possível fazer investimentos por mais dois ou três anos em diversas áreas, como saúde, educação e mobilidade urbana. De acordo com o prefeito, os números positivos anunciados pela FND refletem o planejamento da Prefeitura em investimentos que beneficiam a qualidade de vida e bem-estar da população. 

Entre as mais de 100 cidades analisadas pela FNP, em 2019, Teresina é quarta em expansão de recolhimento de receita tributária, com elevação de 24.5%. De acordo com a FNP, o desempenho positivo pode estar relacionado a uma série de fatores, como a realização de campanhas de incentivo ao pagamento de créditos já inscritos em dívida ativa, revisões do código tributário, criação de uma nova modalidade de cobrança, além de maior rigor na fiscalização.

Com dados fiscais do primeiro semestre de 2020, a publicação da FNP aponta que o cenário de crise econômica, agravado pela pandemia da Covid-19, trouxe ainda mais pressão para os cofres públicos. Os serviços de saúde e assistência social foram as áreas que mais pressionaram o custeio nos municípios no primeiro semestre deste ano.

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