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Governador reúne gestores para avaliar ações de R$ 1,6 bilhão do Pro Educação

Além das obras físicas, haverá investimento em mobiliário, equipamentos, tecnologia e combate ao analfabetismo e evasão, promoção do aprendizado, fortalecimento da gestão e outros

Reunião de avaliação do Pro Educação

Reunião de avaliação do Pro Educação Foto: CCom

O governador Wellington Dias reuniu, neste sábado (17), gestores de diversos órgãos para acompanhar o cronograma de ações do PRO Educação. O programa prevê o maior investimento da história na rede pública estadual de ensino, um valor total de R$ 1,6 bilhão, e segue o planejamento previsto, para reestruturar completamente as escolas em todo o estado. Devido ao volume de obras, há uma atenção diferenciada com a parte burocrática.

“Fizemos um balanço. O cronograma andou bem. Temos que trabalhar as condições de renovar contratos que estão vencendo para abrirmos 2021 sem interrupções”, explicou Wellington.

Governador Wellington Dias avaliou a execução do cronograma do Pro Educação
Foto: CCom


 O PRO Educação vai renovar a estrutura das escolas estaduais. Além das obras físicas, haverá investimento em mobiliário, equipamentos, tecnologia e programas pedagógicos de combate ao analfabetismo, evasão, promoção do aprendizado, fortalecimento da gestão, entre outras ações.

“Precisamos que todos os contratos estejam com a conformidade legal, custo e orçamentos corretos, para fazermos bom uso do recurso”, pontuou o secretário de Estado da Educação, Ellen Gera.

Entre as metas do PRO Educação, constam a ampliação da escolaridade; melhoria da proficiência e aprendizagem; rede de educação profissionalizante nos 224 municípios; elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e ficar entre os 10 melhores do Brasil.

“Algumas escolas terão de conviver com os canteiros de obras com as aulas em andamento. Mas o saldo é positivo, com geração de renda, emprego e o principal objetivo: colocar o Piauí entre os 10 melhores em educação no Brasil até 2022”, complementou Dias.

Participaram da reunião gestores da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), Controladoria Geral do Estado (CGE) e Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Fonte: CCom

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