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Firmino descarta novas medidas restritivas após queda acentuada de casos

"Houve uma queda em julho e se acentuou em agosto e setembro. Agora se encontra em um patamar estável"

Prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB)

Prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB) Foto: Reprodução/Instagram

Depois do alerta do governador Wellington Dias (PT) para o aumento das mortes e dos casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus no Piauí, o prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), decidiu se manifestar e garantiu que a capital ainda não enfrenta o pânico de uma eventual  “segunda onda” da Covid-19, como em muitos países da Europa.

A Prefeitura de Teresina não pretende, neste momento, adotar qualquer medida restritiva para barrar uma segunda onda de casos, o que já é uma realidade em vários países, como Portugal, França... e aqui no Brasil: a Covid-19 voltou com força.

“Durante toda essa pandemia, nossas decisões foram tomadas com base em dados. Não mostram aumento na cidade de Teresina. Na realidade houve uma queda a partir de julho e se acentuou em agosto e setembro. Agora se encontra em um patamar estável. Nesse patamar estável e pequeno é que ocorrem algumas oscilações para cima e para baixo, mas não existe nenhuma tendência de crescimento. Acho que para Teresina, esse alerta não corresponde aos dados que temos”, minimizou Firmino Filho.

O prefeito assegura que as mortes e as infecções por Covid-19 em Teresina estão estabilizadas. “Não vimos os dados do estado do Piauí, mas os dados que temos sobre quem vem para Teresina, na realidade continua estável por algum tempo. É necessário que se possa distinguir o que são oscilações em torno de uma tendência e o que são mudança de tendências”, explicou.

Segundo Firmino Filho, a tendência na capital é de estabilidade. “Uma estabilidade em um limite muito baixo. Essa estabilidade tem oscilações sazonais. Mas não significa uma tendência de crescimento. Isso não acontece. Nem em relação a Teresina nem em relação aos pacientes do interior que vem para Teresina. Nossas decisões são baseadas em evidências e as evidências nos contam isso. Os dados estão à disposição e a prefeitura tem acesso toda semana. Temos dados sobre as consultas básicas feitas nas UBS’s gripais, internações, leitos de UTI e todos apontam para a mesma tendência”.

Fonte: Redação

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