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Equatorial Piauí pede auxílio ao Ministério Público para resolução de ações

Entre as comarcas que a Equatorial solicita o apoio do NUPAR, estão Gilbués, Paulistana, Canto do Buriti, São Raimundo Nonato, Corrente e Luís Correia

Equatorial Piauí pede auxílio ao Ministério Público para resolução de ações por meio de conciliação

Equatorial Piauí pede auxílio ao Ministério Público para resolução de ações por meio de conciliação Foto: Reprodução

A Equatorial Piauí, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica no estado, solicitou o apoio do Ministério Público do Piauí, através do Núcleo de Práticas Autocompositivas e Restaurativas (NUPAR). Na última semana, a Procuradoria-Geral de Justiça, Carmelina Moura, se reuniu, através de videoconferência, com integrantes da Equatorial e da Comissão para Ações Coordenadas e Integradas para discutir a solução de ações existentes contra a empresa com a atuação e auxílio do Nupar.

O objetivo é resolver, de forma célere, as demandas e uma melhor prestação do fornecimento de energia elétrica no Estado do Piauí.

“Nos colocamos à disposição para ouvir, pontuar assuntos relevantes e queremos construir soluções para dar um retorno à sociedade que precisa de um fornecimento de energia de qualidade”, pontua a chefe da instituição.

Entre as comarcas que a Equatorial solicita o apoio do NUPAR, estão Gilbués, Paulistana, Canto do Buriti, São Raimundo Nonato, Corrente e Luís Correia.

O gerente jurídico da empresa, Windsor Santos, destacou que o perfil conciliatório é uma prática que está sendo desenvolvida e que já apresenta resultados positivos. “A quantidade de ações já solucionadas através da conciliação é relevante e inúmeras melhorias serão possíveis com o apoio do Ministério Público”, destaca Santos.

Os promotores de Justiça que participaram da reunião expuseram as principais dificuldades da população que chegam até eles.

Haverá uma nova reunião no dia 5 de fevereiro para tratar sobre o Plano de Trabalho da Equatorial para o Piauí em 2021 e sobre a compensação de danos aos consumidores.

Fonte: MP-PI

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