Câmara Teresina

Aluísio Sampaio lamenta a quantidade de pessoas vacinadas contra Covid-19 em Teresina

Vereador considera muito pequeno o percentual de pessoas vacinadas contra a Covid-19 na capital

Aluísio Sampaio cobra ação das autoridades da Saúde

Aluísio Sampaio cobra ação das autoridades da Saúde

Em sessão da Câmara Municipal de Teresina (CMT), realizada na quarta-feira (3), o vereador Aluísio Sampaio (Progressistas) reclamou do atual cenário de pandemia em Teresina, principalmente do baixo índice de vacinação de pessoas contra a Covid-19. Avaliando o percentual de vacinados na capital piauiense, o parlamentar defendeu a necessidade de avanços da cobertura vacinal e contribuição da sociedade em respeito às medidas sanitárias.

De acordo com o painel Covid-19 Teresina, atualmente cerca de 62.958 pessoas já foram confirmadas com a doença e contabilizados 1.364 óbitos. “Acho importante agilizarmos a vacinação de pessoas contra a Covid-19 em Teresina. Infelizmente o percentual de pessoas vacinadas ainda é muito pequeno, nós estamos acompanhando a crise sanitária em que se encontra o Brasil e o estado de colapso do sistema de saúde que está ameaçando a nação”, disse Aluísio Sampaio.

O Consórcio de Veículos de Imprensa, com base na última atualização dos dados feita na terça-feira (02), aponta que o Piauí possui uma cobertura vacinal de 2,5%, a avaliação mostra que o Estado tem a 7ª pior colocação de cobertura vacinal no Brasil.

Sampaio alerta aos cidadãos que respeitem as medidas sanitárias para que a crise sanitária seja amenizada. “Estamos em um momento muito preocupante, a economia também está muito fragilizada e as empresas não têm condições de fecharem as portas. Diante isso, precisamos ter o avanço dessas vacinas e também nos educar com respeito às medidas de distanciamento social, em respeito às determinações sanitárias como uso de máscara e utilização de álcool em gel. Devemos evitar aglomerações, principalmente as aglomerações festivas para que assim possamos superar esses piores momentos da pandemia”, recomenda.

Fonte: Assessoria parlamentar

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