Câmara Teresina

Jeová comenta operação da PF: "Teresina sabe da campanha limpa e decente que fizemos"

"A polícia foi lá em casa, olhou as coisas e não levou nada e não encontrou nada de irregular, estou muito tranquilo”

Jeová Alencar tem o apoio da maioria dos vereadores para ser presidente da Câmara de Teresina novamente

Jeová Alencar tem o apoio da maioria dos vereadores para ser presidente da Câmara de Teresina novamente

“Teresina sabe da campanha limpa e decente que fizemos”, comentou o presidente da Câmara Municipal de Teresina, vereador Jeová Alencar (MDB), ao se manifestar sobre a Operação Olaria, deflagrada na manhã desta sexta-feira (27) pela Polícia Federal.

“A polícia foi lá em casa, olhou as coisas e não levou nada e não encontrou nada de irregular, estou muito tranquilo”, minimizou. "Ficou claro que é perseguição do lado de lá. Não faz nenhum sentido, envolveram uma liderança que é uma pessoa humilde. Eles não aceitam nossa vitória e nem a do Dr. Pessoa. Desde o começo da campanha, fui alertado para reforçar minha segurança, agora vejo que é necessário. Desde o resultado comecei a receber ligações estranhas. A pessoa diz que não adianta comemorar a vitória porque não vou sair vencedor”, revelou.

Os policiais federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em vários endereços, inclusive na casa do vereador, como parte da investigação da denúncia de compra de votos e transporte irregular de eleitores por Fernando Café, liderança ligada a Jeová, no primeiro turno das eleições municipais, no dia 15 de novembro deste ano.

“Na realidade a polícia faz o papel dela que é de investigar. Alguém denunciou essa pessoa e a polícia está cumprindo o papel dela. Estamos à disposição, não temos nenhum problema e temos a consciência de que fizemos uma campanha muito bonita e limpa, mas estamos à disposição”, disse.

Questionado se a denuncia tinha objetivos políticos de atingir a sua candidatura, Jeová Alencar disse que não acreditava nessa possibilidade. E que a denuncia partiu de uma pessoa que não gosta de sua liderança política na Cerâmica Cil.

“Acho que não por parte da polícia, mas da pessoa que denunciou o homem ligado à gente. Foi uma questão de política, ainda mais com essa votação que tivemos. Uma pessoa pobre que teve 11 mil votos... ninguém acredita mesmo. As pessoas não aceitam a votação expressiva”, lamentou.

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Fonte: Paulo Pincel

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