Câmara Teresina

Em audiência na CMT, Imepi apresenta dados da fiscalização em postos de combustíveis

A fiscalização foi realizada entre 25 de fevereiro e 07 de abril em 51 postos de combustíveis e 20 revendedoras de gás

A fiscalização do IMEPI foi realizada entre 25 de fevereiro e 07 de abril em 51 postos de combustíveis e 20 revendedoras de gás

A fiscalização do IMEPI foi realizada entre 25 de fevereiro e 07 de abril em 51 postos de combustíveis e 20 revendedoras de gás Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (19), o Instituto de Metrologia do Piauí (Imepi) apresentou no plenarinho da Câmara Municipal de Teresina, às 11h, os dados da fiscalização realizada nos postos de combustíveis e revendedoras de gás da capital. A ação teve como objetivo o combate às fraudes e irregularidades, defendendo a boa relação comercial.

A ação foi realizada em parceria com a CMT, por meio de um requerimento apresentado pelo vereador Dudu (PT) e subscrito pela vereadora Tanandra Sarapatinhas (Patriota), no qual os parlamentares solicitaram acompanhamento e intensificação nas ações de fiscalização nos postos de combustíveis e revendedoras de gás de cozinha.

Na época, o vereador Dudu, apontou irregularidades que estavam sendo realizadas para lucrar mais em cima do consumidor da capital. “Recebemos muitas denúncias de que está havendo desvios e inconformidades nesses segmentos. Queremos respeitar o consumidor e os bons empresários. Existem maus empresários que se utilizam de um momento difícil como esse de pandemia e querem ganhar dinheiro fácil em cima disso. Portanto, a fiscalização se faz necessária e estaremos acompanhando in loco na medida do possível. O preço da gasolina e do gás já estão muito altos e o povo não merece ser ludibriado dessa forma”, argumentou Dudu.

A fiscalização foi realizada entre 25 de fevereiro e 07 de abril em 51 postos de combustíveis e 20 revendedoras de gás. De acordo com o diretor do Imepi, Maycon Danilo, uma quantidade significativa de irregularidades foram encontradas. “A maioria das irregularidades é de subtração ao consumidor. Em ambos o consumidor paga mais do que recebe. As empresas já foram autuadas e a multa varia de R$150 a R$1,5 milhões”, disse o gestor.

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