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Regina Sousa se reúne com o MPPI e TCE-PI para avaliar o descarte de resíduos sólidos

A Secretaria de Meio Ambiente também participou da reunião com a governqadora

Reunião no Palácio de Karnak sobre descarte de resíduos sólidos no Piauí

Reunião no Palácio de Karnak sobre descarte de resíduos sólidos no Piauí Foto: CCom

A governadora Regina Sousa esteve reunida nesta terça-feira (10) com representantes do Ministério Público do Piauí, do Tribunal de Contas do Estado, Secretaria de Meio Ambiente e da Diretoria de Projetos Sociais que fazem parte do Grupo de Trabalho sobre destinação de resíduos sólidos para discutir o avanço das tratativas que visam a instalação de centro de tratamento de lixo e logística reversa.


A iniciativa visa a efetiva e correta tutela do meio ambiente na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei nº 12.305/2010. A governadora explica que a reunião teve como objetivo a discussão e prestação de contas dos passos e medidas que estão sendo adotados para a implantação da política de tratamento de resíduos sólidos.




“Hoje foi uma prestação de contas sobre até onde nós chegamos, está avançando bem, eles apresentaram que em junho faremos o primeiro consórcio aqui no Médio Parnaíba e vamos fechar os lixões e vai ter a coleta e destinação correta do lixo e isso é bom para os municípios que vão poder ter esse ativo. As pessoas que tratam esse lixo corretamente tem reconhecimento nacional e internacional. Então acho que vamos dar passos importantes na parte do tratamento do lixo, da logística reversa, da destinação certa e fechamento dos lixões”, adiantou a governadora, após a reunião.


O diretor-executivo de Projetos Sociais, Raimundo Nonato Soares, explicou que já há um avanço na pauta aqui no Estado, fechando os lixões abertos, mas levando em conta a inclusão social dos catadores e catadoras que atuam nessas áreas. “Nós já avançamos bastante, através do nosso grupo GT resíduos sólidos, a ideia é que concluiremos a atividade desses lixões e façamos a destinação correta dos nossos resíduos, isso sem perder de vista a inclusão social dos catadores e trabalhando uma preservação ou recuperação dessas áreas que foram degradadas ao longo do tempo”, explica.

Fonte: CCom

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