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Maternidades vão ensinar primeiros socorros aos pais sobre como salvar seus bebês

A asfixia é a principal causa de morte de bebês, especialmente por regurgitamento do leite materno

A asfixia, o engasgamento, é a principal causa de morte de bebês no Brasil

A asfixia, o engasgamento, é a principal causa de morte de bebês no Brasil Foto: Reprodução

A Sociedade Brasileira de Pediatria alerta que 15 bebês morrem por dia engasgadas no Brasil, sendo a asfixia a principal causa de morte de bebês, especialmente por regurgitamento do leite materno. A grande quantidade desse tipo de ocorrência motivou a sanção da Lei nº 7.589/21, de autoria do deputado Gessivaldo Isaías (Republicanos), que obriga hospitais e maternidades a oferecerem orientações sobre primeiros socorros aos pais ou responsáveis.

O treinamento inclui situações de engasgamento, aspiração de corpo estranho e prevenção de morte súbita. O deputado Gessivaldo Isaías comemorou a sanção da lei, ressaltando que não trará nenhuma despesa a mais para o Estado, pois os hospitais e maternidades já contam com profissionais capazes de repassar as informações aos pais, que podem ser cruciais em uma emergência.

O parlamentar destaca que a novidade se aplica a qualquer maternidade ou hospital do estado que faça partos. “Eles deverão disponibilizar um profissional especializado para ensinar os pais como tratar a criança nessa determinada situação, pra que a gente evite o óbito pelo engasgamento, que é uma situação tão simples, mas que se torna complexa quando não sabemos o que fazer” explica.

As unidades de saúde deverão informar aos pais ou responsáveis sobre a existência do treinamento em primeiros socorros, que poderá ser feito de forma individual ou em grupos. Os estabelecimentos têm 90 dias para se adequarem à nova exigência.

PRIORIDADES 
– O governador Wellington Dias também sancionou a Lei nº 7.590, elaborada pela deputada Teresa Britto (PV), que dispõe sobre o atendimento preferencial em estabelecimentos públicos e privados. Pelo novo dispositivo, idosos, obesos, pessoas com deficiência, gestantes, lactantes ou pessoas com crianças de colo deverão ter prioridade em qualquer guichê, independentemente da existência de unidades de atendimento exclusivas para esse público.

Fonte: Alepi

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