Alepi

João Mádison e Zé Santana destacam o legado de Guilherme Melo para o Piauí

"Perdemos muito e perdeu também a agropecuária, porque ele era um criador e um entusiasta da raça pé duro em nosso Estado”, ressaltou João Mádison

João Mádison conversa com o deputado Francisco Costa e com o secretário Osmar Júnior

João Mádison conversa com o deputado Francisco Costa e com o secretário Osmar Júnior Foto: Thiago Amaral/Alepi

O deputado João Madison (MDB) lamentou a morte do ex-governador e ex-deputado estadual Guilherme Melo ocorrida hoje (22) em Teresina e disse que ele havia assinado a ficha de filiação ao MDB há poucos dias, retornando ao partido ao qual já havia pertencido.

João Madison disse que o retorno de Guilherme Melo ao MDB foi uma demonstração de que a agremiação congrega grandes líderes políticos como ele que promoveu muitas realizações em benefício da população piauiense.

O ex-governador, lembrou João Madison, foi um político que fez muito como governador e deputado estadual, além de ter sido uma pessoa espetacular e um amigo de caráter excepcional, “por isso perdemos muito e perdeu, também, a agropecuária, porque ele era um criador e um entusiasta da raça pé duro em nosso Estado”.

O deputado emedebista declarou que, pessoalmente, sentiu muito a perda de Guilherme Melo e que espera que, neste momento de dor e tristeza, Deus conceda o conforto à família do ex-governador, bem como o receba no céu.


O deputado estadual Zé Santana, atual secretário de Assistência Social do Estado, também esteve no velório do ex-deputado e ex-governador Guilherme Melo, no Salão Nobre da Assembléia Legislativa. “Foi um homem que foi prestou relevantes serviços ao nosso Estado. Foi deputado, foi governador e, lamentavelmente nos deixa de uma forma tão prematura”, lamentou.

Guilherme Melo tinha 68 anos e morreu devido a um câncer no cérebro, após convalescer por mais de 15 dias em UTI. A doença foi diagnosticada em dezembro passado e desde então Guilherme Melo buscou tratamento, inclusive se submetendo a cirurgia no Hospital Sírio Libanês em São Paulo, mas não conseguiu superar a doença.

Fonte: Alepi

Dê sua opinião: