Alepi

João de Deus e Elisângela Moura retornam para Alepi

Os deputados Pablo Santos e Wilson Brandão voltam a assumir cargos no Governo Wellington Dias

Elisângela Moura e João de Deus voltam para Assembleia Legislativa em fevereiro

Elisângela Moura e João de Deus voltam para Assembleia Legislativa em fevereiro

No Palácio de Karnak está confirmado que no próximo mês, os parlamentares Pablo Santos (MDB) e Wilson Brandão (Progressistas) irão assumir a Fundação Hospitalar e a Secretaria de Mineração, Petróleo e Energias Renováveis, respectivamente. Na Assembleia Legislativa do Piauí, os suplentes de deputado Elisângela Moura (PCdoB) e João de Deus (PT). Elisângela Moura é a quinta suplente e João de Deus o sexto. 

O petista João de Deus tem mais experiência no parlamento do que a comunista Elisângela Moura. Ela passou alguns dias como deputada no ano passado até os deputados titulares terem retornado para a Assembleia Legislativa justificando as votações de interesse do governo e a apresentação das emendas. João de Deus ocupou o cargo de líder do governo em dois mandatos anteriores de Wellington Dias. Agora, o petista pretende demarcar o mandato com proposta concretas com projetos de lei, proposições e ações na Casa Parlamentar.

"Eu tenho uma série de leis que estão em vigor e que são importantes. E eu quero apresentar outros projetos que são fruto da nossa experiência e contribuirão para melhorar a situação do Estado do Piauí", declarou João de Deus.

O parlamentar afirma que irá acompanhar a base do governo Wellington Dias nos projetos que forem encaminhados. Ele é ciente de que a proposta da reforma administrativa vai chegar no plenário, em breve. Porém, afirma que não vai aceitar seja nos moldes do apresentado pelo governo federal. "Nos não podemos é permitir que o fim da estabilidade do emprego venha como forma de poder perseguir pessoas. E esse é o meu temor, que é o que o governo federal quer instituir. Isso é muito temeroso. Outra coisa é rebaixar salários. Eu acho muito temeroso. São assuntos delicados que nós vamos precisar discutir, envolver os servidores, as categorias. Eu quero muito ir na linha de ajudar a fortalecer os sindicatos",  falou João de Deus. 

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