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Câmara decide ouvir professores para tentar acabar com greve de quase 100 dias

"Será montada uma comissão de professores e iremos recebê-los para dialogar", adiantou o líder do prefeito

Enzo Samuel afirma que vai trabalhar no papel de vereador

Enzo Samuel afirma que vai trabalhar no papel de vereador

O líder do prefeito na Câmara Municipal de Teresina, vereador Enzo Samuel (PDT), assumiu o cargo na semana passada e herdou do antecessor, vereador Renato Berger, um "abacaxi enorme" para descascar: a greve dos professores municipais que já dura mais de três meses (98 dias).

A Comissão de Educação da Câmara vai receber uma comissão de professores para tratar do reajuste concedido para a categoria, que queria uma audiência pública, como chegou a ser proposto pela vereadora Fernanda Gomes (Solidariedade).

Os professores cobram um reajuste salarial de 33,24% fixado pelo governo federal e o prefeito de Teresina, José Pessoa Leal, o "Dr. Pessoa" (Republicanos), propôs e a Câmara aprovou, em menos de 24h, um aumento de 16% linear para todos os servidores da Educação - ativos e inativos. 

“Estive conversando com a vereadora Fernanda e será montada uma comissão de professores e iremos recebê-los para dialogar. Aqui é a Casa do povo. Então, sempre buscaremos o diálogo. Quais serão as soluções? É lógico que isso será algo construído. Mas, é preciso entender que é um caso que já passou por aqui, foi judicializado. Mas, aqui estamos e gostamos de escutar e contribuir, respeitando a opinião de cada um”, disse. 


“Quando você é um representante público, você tem que saber que está sujeito a críticas construtivas, como também pode ser questionado. Então, é algo que cada parlamentar sabe disso. Todos os 29 vereadores procuram contribuir com a cidade da melhor forma possível. Lógico que decisões agradam e desagradam, mas elas precisam ser tomadas”, acrescentou.


Fonte: Redação

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