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Operação Carcará da Polícia Federal prende suspeito de produzir vídeos de estupros

O suspeito armazenava, compartilhava e produzia vídeos de violência sexual infantojuvenil, inclusive estupros de crianças

Polícia Federal prendeu três suspeitos e apreendeu equipamentos

Polícia Federal prendeu três suspeitos e apreendeu equipamentos Foto: POLÍCIA FEDERAL

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (15),  em Teresina, a Operação Carcará 1, com o objetivo de prender um suspeito e proteger vítimas de abuso sexual infantil, ao interromper crimes de armazenamento, difusão, produção de arquivos digitais com conteúdo sexual infantojuvenil por meio da internet e de estupro de vulnerável.


Equipes de policiais federais deram cumprimento a dois mandados judiciais, sendo um de prisão preventiva e outro de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Criminal Federal/PI, após manifestação favorável do Ministério Público Federal.


O suspeito preso, ao longo dos últimos anos, armazenou, compartilhou e produziu vídeos e imagens de conteúdo de violência sexual infantojuvenil, inclusive registrando os estupros de crianças. A investigação, até o momento, colheu fortes indícios de autoria e materialidade criminosa.


Além do cumprimento dos mandados citados, três vítimas de exploração sexual infantojuvenil foram resgatadas, e devem ser encaminhadas aos órgãos da rede de proteção a crianças e adolescentes.




Mais de 40 anos de cadeia
 
O preso pode responder pelos crimes de posse, compartilhamento e produção de material de violência sexual vitimando crianças ou adolescentes e ainda estupro de vulneráveis, cujas penas somadas podem ultrapassar 40 anos de prisão, sem prejuízo da descoberta de outros crimes praticados no decorrer da investigação.


Neste mês, acontece a campanha nacional Maio Laranja que visa combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Durante o mês de maio, a cor laranja simboliza esta luta incansável e necessária na proteção de crianças e adolescentes.


A Polícia Federal alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar seus filhos no mundo virtual e físico, protegendo-os dos riscos de abusos sexuais. A prevenção é fundamental para garantir a segurança e o bem-estar das crianças e adolescentes.





Operações Degenerados e Candeias

Na sexta-feira passada (10), a Polícia Federal deflagrou duas as operações com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão. Foram cumpridos dois mandados na Operação Degenerados, em Regeneração.

Já na cidade de Oeiras, a Operação Candeias cumpriu um mandado de busca de apreensão. As medidas judiciais foram expedidas pela Subsecção Judiciária de Floriano/PI.


Apurou-se, após trabalho investigativo em ambiente cibernético, que os investigados armazenavam e compartilhavam conteúdo pornográfico infantojuvenil em redes sociais e outras espécies de plataformas. As investigações, até o momento, colheram fortes indícios de autoria e materialidade criminosa.


Balanço

Durante a deflagração das operações Degenerados e Candeias, dois suspeitos foram presos nas cidades de Regeneração e Oeiras. As equipes de Policiais Federais apreenderam diversos aparelhos eletroeletrônicos, tais como celulares, computadores, dispositivos de armazenamento, entre outros.

Os presos devem responder pelos crimes de armazenamento e disponibilização de conteúdo de abuso sexual infantojuvenil, com penas somadas de até 10 anos de prisão, sem prejuízo da descoberta de outros crimes mais graves praticados, a partir do aprofundamento das apurações.

A Polícia Federal ressalta que este mês é marcado pelo Maio Laranja, uma campanha nacional que visa combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Durante o mês, a cor laranja simboliza esta luta incansável e necessária na proteção de crianças e adolescentes.

A PF alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar seus filhos no mundo virtual e físico, protegendo-os dos riscos de abusos sexuais. A prevenção é fundamental para garantir a segurança e o bem-estar das crianças e adolescentes.

Fonte: POLÍCIA FEDERAL

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